O Carnaval 2012 em Manaus, definitivamente, começou! E a marca deste início foi a nova edição do bloco Leva Eu!, que lotou as dependências do Sambódromo, na noite de sábado, 4, e madrugada de domingo, 5, misturando os ritmos sertanejo universitário, axé e o funk carioca. A produção da Fábrica de Eventos fez o público ferver ao som de Gaiola das Popozudas, Harmonia do Samba, Guilherme & Santiago e Chicabana.
O “start” da festa foi dado pela funkeira Valesca Popozuda e sua trupe da Gaiola das Popozudas. Lindas, saradas e com a coreografia em dia, as mulheres esquentaram a festa com muito funk carioca. No repertório, a música que é sucesso das rádios “Hoje eu Não Vou Dar, Vou distribuir”, não fez diferente e animou a multidão de fãs.
Como neste Carnaval não pode faltar harmonia, o grupo Harmonia do Samba também marcou presença no bloco. Apaixonado pelo publico amazonense, Xanddy destacou o entusiasmo da plateia em cada apresentação em Manaus e adiantou que o Leva Eu! estava servindo de ensaio para a festa em Salvador.
Se engana quem pensa que foram só as popozudas da Gaiola que subiram ao palco de pernas de fora. Para delírio da mulherada, o líder do Harmonia, assumiu os microfones da festa com um figurino inédito. Sapatilha banca, shorts rosa e blazer chiquérrimo azul marinho.
De acordo com o baiano, assim como o clima, os manauaras se entregam ao show. “O calor amazonense é coisa de outro mundo, além de me sentir em casa com tanta hospitalidade a cada show que passa o próprio artista percebe o carinho de cada um e já se sente a vontade”, explicou Xanddy.
De volta à Manaus, a dupla sertaneja Guilherme & Santiago emocionou os casais apaixonados e balançou o esqueleto com canções que estão “bombando” no momento. Donos do hit “Ta Se Achando”, garantiram ainda na apresentação uma versão de “Ai Se Eu te Pego”, “País Tropical”, “Pássaro de Fogo” e outros sucessos próprios da carreira da dupla.
Sem nenhum pingo de cansaço, a moçada que aguentou a folia até o final não se arrependeu nem um pouco com a entrada do trio elétrico do Chicabana. Quase até o sol raiar, com versões de músicas brasileiras e muita swingueira baiana, a moçada do abadá pulou que nem pipoca até o encerramento da balada.







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